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Qual a melhor potência para a minha caldeira?

A potência térmica é um valor expresso em kW que indica a quantidade de calor emitida pela caldeira em funcionamento. Contudo, nem sempre a caldeira com maior potência é, necessariamente, a melhor escolha para o seu caso.

Definir a potência da caldeira é uma tarefa bastante pessoal, pois irá depender das suas necessidades de aquecimento. Alguns itens que devem ser considerados na hora de definir a potência ideal da sua caldeira a pellets, são:

zona em que se situa a habitação:

se existirem lagos ou cursos de água próximos pode haver uma maior dispersão do calor e, com isso, necessitar de potências mais fortes. Na hora de descobrir a potência ideal, considere se a habitação está em uma planície, na montanha ou na zona do mar.

qual o volume da divisão a aquecer:

lembre-se que, quanto maior for a divisão a ser aquecida, maior deverá ser a potência da sua caldeira. Para encontrar o volume deve multiplicar a área da divisão pela altura.

qual o grau de isolamento da habitação:

casas com um bom isolamento não necessitam de potências muito grandes para o aquecimento, por isso saber a forma como a sua habitação foi construída e projetada é muito importante de forma a perceber-se o tipo de manutenção necessária. Para isolamentos fracos, use um coeficiente de 40; para isolamentos médios, coeficiente de 35 e para isolamentos elevados, 30.

Assim, na hora de definir a sua potência, inicie multiplicando o volume da divisão pelo coeficiente do tipo de isolamento. Você terá como resultado a quantidade de calor que o seu ambiente necessita. Converta em kW e terá a potência ideal da sua caldeira a pellets. Depois, multiplique esse valor por 15 ou 20%, que é a margem de possíveis perdas (que podem variar de acordo com a zona que habita).

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As caldeiras a pellets são um dos mais modernos sistemas de aquecimento central e esquentamento das águas sanitárias. Além disso, também possuem como vantagem o fato de praticamente não emitirem gases poluentes e ter um valor do combustível mais acessível.

Porém, na hora de escolher pela melhor caldeira para si, muitas pessoas apresentam dúvidas se a caldeira a pellets é realmente viável. Se este é o seu caso, confira todas essas dicas que separamos para que você possa escolher pela melhor caldeira a pellets para a sua habitação.

Pontos importantes a considerar

Antes de escolher por algum modelo de caldeira a pellets é importante que você leve em consideração alguns pontos que envolvem informações técnicas importantes.

Saiba de antemão:

  • o número de divisões que necessita aquecer
  • se existe uma saída de fumo
  • a potência da caldeira
  • onde irá colocar a caldeira

Número de divisões aquecidas e a caldeira indicada

A depender do número de divisões, poderá ser mais indicado um ou outro modelo.

Se necessita aquecer apenas uma divisão: então poderá optar:

caldeira de ventilação forçada:

possui um ventilador que envia o calor para o exterior, de modo a fazer com que o ar quente se espalhe rapidamente e atinja uma distância considerável.

caldeira de convecção natural:

quem emite o calor é o corpo da caldeira e, dessa forma, o ambiente é aquecido de maneira lenta e gradual. A vantagem é que este modelo requer menos potência e é mais silencioso.

Se necessita aquecer duas ou mais divisões: opte por um dos modelos abaixo:

caldeira com circulação de água e ventilação forçada:

possui um ventilador capaz de aquecer o ambiente onde está instalada, ao mesmo tempo em que aquece a água dos radiadores ou da instalação no solo.

caldeira canalizável de ventilação forçada:

tubos de parede e difusores são responsáveis por distribuírem o ar quente pelo ambiente.

caldeira com circulação de água:

são adaptáveis ao sistema de aquecimento de água já existente na habitação, aquece a água dos radiadores ou da instalação no solo.

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Algumas soluções com vantagens e limitações

Se ainda está em dúvida sobre o tipo de aquecimento mais adequado para si, veja um comparativo entre algumas soluções:

Aquecimento a gás e combustível líquido:

Funciona independente de ligações eléctricas, possui um alto rendimento e ainda dispõe de mobilidade, com aquecedores sem conduta.

No caso do uso do gás líquido é proporcionado um calor duradouro, suave e económico, com uma atmosfera húmida. Já com o combustível líquido o aquecimento é rápido e potente.

Entretanto podem acontecer alguns problemas como cheiros, fumos e emanação de gás tóxico. Para isso, há a necessidade de instalação de um detetor de monóxido de carbono e é obrigatória a escolha de um local arejado e aberto, com existência de equipamentos de segurança contra incêndios. Além disso, estes equipamentos se utilizam de fontes de energia não renováveis.

Combustão a lenha:

Funcionam independente de ligações eléctricas e possuem fortes potências, sendo indicados para aquecer divisões amplas e por um longo período de tempo. Possuem uma performance boa e com alta eficácia, além de serem uma solução de combustão mais ecológica.

Contudo também não está livre de problemas relacionados a cheiros, fumos e emanação de gases tóxicos. Por isso, também necessita da instalação de um detetor de monóxido de carbono e é obrigatória a instalação em locais arejados e abertos que disponham de equipamentos de segurança contra incêndios.

Combustão a pellets:

É uma fonte de energia mais barata, com armazenamento fácil e seguro, além de ser um combustível limpo, 100% natural e ecológico, com quase nulas emissões de CO2. Ainda possui como vantagem o fato de ser muito eficiente na queima, ter múltiplas opções de aquecimento e ser programável.

Os contras deste tipo de combustão são a necessidade de ligação elétrica e a manutenção e limpeza mensais.

Aquecimento elétrico:

São muito simples de usar e possuem uma regulação precisa da temperatura, com um aumento rápido da mesma (sendo, por isso, indicados para divisões pequenas). Além disso, ainda têm um funcionamento limpo e sem emissões de CO2.

Contudo apresentam um custo muito elevado se não controlado com o complemento de um sistema de programação e ainda podem saturar o ar, que poderá ser colmatado com a utilização de humidificadores e purificadores. Se precisa de uma empresa de instalação de caldeira, contacte-nos.

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A temperatura ideal da divisão e as soluções mais adequadas

A depender de cada divisão podem haver necessidades de aquecimento diferentes. Em geral, a temperatura média pode variar entre 16ºC e 22ºC e, para cada tamanho de divisão, pode ser mais indicado um ou outro sistema.

Por exemplo, para as divisões de maior convívio, como as salas, a temperatura ideal gira em torno dos 19ºC. Já para os quartos, durante à noite, esta pode ser de 18ºC, mas nos quartos de crianças, o ideal é que ela fique em torno dos 20ºC. Nas casas de banho, a temperatura deverá ser de 22ºC – mas somente quando elas estiverem sendo utilizadas- e na cozinha em torno dos 18ºC.

Diante disso, os tipos de aquecimento mais indicados para cada divisão, são:

  • Salas: optar por equipamentos com maior potência calorífica, como recuperadores, salamandras, emissores térmicos, aquecedores a parafina, aquecedores a gás ou ar condicionado;
  • Quartos: busque por soluções que não emitam CO2, como radiador a água, emissor térmico, irradiador a óleo e ar condicionado;
  • Casa de banho: tenha o cuidado de optar por um equipamento que seja resistente à humidade e aos salpicos de água que podem ocorrer. Boas opções são seca-toalhas elétrico, toalheiro, aquecedor fixo, termoventilador ou desumidificador;
  • Cozinha: poderá optar pela caldeira, pelo fogão a lenha ou pelo ar condicionado.

Outra dica muito importante para escolher por um bom equipamento é calculando a potência necessária pela área da divisão. De forma a garantir uma instalação segura informe-se com os nossos técnicos especializados sobre o tipo de potência.

Para superfícies entre 8 a 10 m² e com área aquecida de 20 a 25 m³, opte por potências de 1000W; já para superfícies entre 15 a 17 m² e área aquecida de 37 a 42,5 m³ o indicado são potências de 1500W e para superfícies de 20 a 22 m² e área aquecida de 50 a 55m³, use potências de 2000W.

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Quando estamos a construir ou reformar podemos apresentar dúvidas em relação a escolha do sistema de aquecimento mais adequado para a nossa habitação. Embora a maior parte dos lares portugueses se utilizem das caldeiras, existem outros itens que podem – e devem- ser considerados. Você sabe qual é o melhor sistema de aquecimento para si e de que modo encontra-lo?

Se está em busca de um sistema de aquecimento adequado, veja as dicas que separamos que certamente irão lhe ajudar na hora de tomar esta decisão!

Por que tipo de sistema de aquecimento devo optar?

Escolher o melhor sistema de aquecimento para si está diretamente ligado com as suas necessidades. Em geral, existem dois grandes grupos de sistemas de aquecimento, voltados cada um para necessidades diferentes. A saber:

Sistema de aquecimento móvel:

São estruturas utilizadas de maneira pontual, com baixo rendimento e capazes de produzir calor instantâneo. Eles demandam um investimento mais baixo, porém também oferecem um rendimento menor. Ainda deve considerar que este tipo de sistema consome mais energia e é capaz de promover um aquecimento localizado, apenas.

Entretanto, possui como vantagens o fato de serem de fácil arrumação e de fácil mobilidade. Eles podem ser movidos a base de gás, energia eléctrica e parafina e ainda não necessitam de instalações e manutenções.

São exemplos de sistemas de aquecimento móvel os aquecedores de parafina, os aquecedores a gás, os aquecedores cerâmicos, os termoventiladores, os irradiadores a óleo, os aquecedores exteriores e tantos outros.

Sistema de aquecimento fixo:

É o mais usado na maioria das habitações pois podem ser utilizados de forma permanente, durante longos anos. Assim, são equipamentos de alto rendimento e que promovem um calor duradouro. Justamente por isso seus custos são mais elevados, necessitando de um investimento inicial maior e também de custos de manutenção.

Possuem durabilidade maior em relação aos sistemas móveis e promovem um conforto térmico mais eficiente, além de gastarem menos energia para o padrão térmico que desempenham.

Esse tipo de sistema necessita de instalação e de manutenção, que devem ser realizadas por pessoas capacitadas, treinadas e habilitadas.

Os sistemas de aquecimento fixos podem usar como combustível a lenha ou pellets, o gás natural, o gasóleo e também a energia eléctrica.

São exemplos: as caldeiras, os emissores térmicos, os recuperadores de calor, as salamandras, o ar condicionado, o seca toalhas, entre outros.

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