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As caldeiras murais a gás

Como dissemos, esta é uma das principais escolhas da maioria das moradias portuguesas, porque possuem uma ampla gama de modelos capazes de atender as mais variadas necessidades. Porém, existem dois tipos no mercado que demandam atenção na escolha:

Caldeiras tradicionais x caldeiras de condensação

Esta é uma dúvida muito comum de quem está em busca da melhor caldeira para si. Sendo que na caldeira convencional, um único permutador recebe o calor da queima do gás e transfere-o para a água, que são encaminhadas, posteriormente, para os radiadores e para as águas quentes sanitárias. Dessa forma, neste modelo não há o aproveitamento do calor residual dos gases.

Já nas caldeiras de condensação, um segundo permutador aproveita o calor residual dos gases da exaustão para pré-aquecer a água para os radiadores antes que esta seja aquecida pelo permutador principal. Ou seja, neste modelo aproveita-se o calor residual dos gases.

Assim, podemos dizer que a caldeira de condensação pode ser mais eficiente, a depender da sua necessidade. A seleção entre uma e outra irá depender da zona em que habita e da necessidade de aquecimento que possui.

Outro ponto importante a considerar:

Taxa de eficiência:

É muito importante que a caldeira escolhida para a sua residência tenha uma taxa de eficiência com valores acima de 80%. Neste caso, estamos a dizer para que escolha por um modelo capaz de transmitir esse valor energético para a água e desperdiçar 20% pela chaminé e outras zonas. Quanto maior for a taxa de eficiência da sua caldeira, menor será o desperdício.

Além de uma boa marca, você também precisará mantê-la otimizada de acordo com as instruções do fabricante e realizar uma programação adequada, como alternando entre o ciclo inverno e verão quando houver mudanças no clima.

Caso necessite de assistência técnica ou esteja interessado em instalar uma caldeira, contacte-nos!

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Caldeiras a pellets:

São usadas para aquecimento central, sendo que as caldeiras produzem água quente que depois é utilizada em sistemas de radiadores, chão radiante e outros sistemas do tipo. Por isso, são boas opções para edifícios com grandes necessidades de aquecimento, além de moradias com baixas eficiências energéticas e outros tipos de edifícios grandes e não residenciais.

Este é um tipo de maquinário sofisticado e bastante diferente dos equipamentos tradicionais , por isso podem custar o dobro ou o triplo de uma caldeira a gás. Entretanto este é um dos combustíveis mais econômicos de manutenção.

Tipo de extração de fumo

Essa é a maneira como a sua caldeira irá se relacionar com o ambiente externo e de que modo ela irá retirar os gases e outros itens gerados com a combustão. Existem dois principais sistemas de extração:

Caldeira de estanque:

utiliza de uma chaminé e de tubos coaxiais para retirar do exterior o ar necessário para a combustão e para expulsar os gases queimados para o exterior. A combustão, neste tipo de caldeira, acontece em uma câmara hermética, evitando-se, dessa forma, que o oxigênio seja abusivamente retirado ou consumido do local onde a caldeira está instalada. A exaustão dos gases é auxiliada por meio de um ventilador interno. Esse tipo de caldeira é muito indicada para ambientes que não dispõem de uma chaminé tradicional ou que não possuem espaço para a mesma.

Caldeira atmosférica:

neste modelo a admissão do ar necessário para a combustão e a extração dos gases queimados para o exterior é feita através de uma chaminé convencional. Assim, este tipo de caldeira apenas poderá ser instalada em locais onde exista uma boa renovação do ar fresco , uma vez que o ar disponível no espaço onde a caldeira está instalada será consumido e isto poderá causar efeitos perigosos para as pessoas que ocuparem este espaço.Caso necessite mais tarde de assistência técnica ou uma reparação na sua caldeira, contacte-nos.

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Se está a construir ou reformar, pode estar a enfrentar o dilema de encontrar a melhor opção de sistema de aquecimento para a sua residência. No mercado, é possível nos depararmos com inúmeras opções de caldeiras, mas você consegue distinguir as diferenças entre elas? Sabe quais são suas indicações de uso e qual delas é a ideal para si? Se você também têm dúvidas acerca deste assunto, veja as nossas dicas e encontre a melhor caldeira para a sua morada.

Tipo de combustível

Um dos pontos muito importantes é em relação ao tipo de combustível utilizado para o funcionamento da sua caldeira. Veja os principais disponíveis no mercado:

Caldeiras a gás:

São as mais conhecidas e amplamente utilizadas em Portugal. Em geral, são movidas a base de gás natural, contudo ainda é possível encontrar modelos que não necessitam de uma rede de abastecimento de gás, muito útil para as moradias que não dispõem deste sistema. Assim, você poderá optar por caldeiras a gasóleo, a gás propano ou butano.

Neste tipo de combustível, existem dois modelos muito usados: os de passagem e os por acumulação. Os esquentadores a gás de passagem são mais económicos, porém é preciso esperar um pouco para conseguir água quente. Já nos sistemas elétricos tradicionais, a água é imediata, porém o consumo de energia é maior.

As caldeiras murais são consideradas as melhores opções para a maioria das moradias, porque são menos poluentes, de fácil instalação e muito seguras, além de terem pouca manutenção e com uma vida útil bastante elevada, o que amortiza os seus custos iniciais de investimento.

Com a evolução tecnológica constante, é possível encontrar opções de caldeiras murais a gás natural em uma ampla gama de modelos e soluções que satisfazem até 65kW em aparelhos muito compactos.

Elas são responsáveis por resolverem, de forma imediata, as necessidades de aquecimento central e de produção de águas quentes sanitárias sem muitas limitações técnicas.

Caldeiras a gasóleo:

O custo para este tipo de caldeira é muito semelhante ao custo da de gás natural, com a vantagem de que ele não necessita de instalações específicas. Qualquer aparelho de queima, desde que devidamente adaptado, pode funcionar com o gasóleo.

Porém, é importante destacar que este é um dos combustíveis mais poluentes do mercado e o seu preço está fortemente condicionado às oscilações do mercado, devido as subidas e descidas do preço do petróleo.

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Quais os requisitos de instalação?

Antes de optar por esta ou aquela caldeira é importante que você saiba quais são os requisitos de instalação de cada uma delas e se elas são aconselhadas para o seu caso. Veja algumas situações e possíveis soluções:

1. Local com entradas e saídas de ar de forma natural, como janelas e grelhas: nesta situação a tiragem aconselhada é a atmosférica e são alguns condicionantes deste tipo de instalação:

  • local que permita uma renovação do ar (CO2) de forma natural, com a presença de janelas e grelhas
  • existência de uma saída direta com inclinação dos gases queimados para a fachada do edifício
  • tubagem de exaustão sem estrangulamento e com, no mínimo, 30 cm da vertical do aparelho

2. Local com entradas e saídas de ar de forma natural, mas sem espaço suficiente na parte superior do aparelho: escolha por uma tiragem que seja ventilada. Alguns requisitos e orientações:

  • local sem o mínimo de 30 cm na vertical acima do aparelho para que se possa proceder com à ligação da conduta de exaustão
  • a tubagem de exaustão apresenta mais de duas curvas
  • a tubagem de exaustão tem mais de 4m e não possui a inclinação mínima ascendente necessária direcionada para a fachada do edifício.

3. Local não possui entrada de ar: neste caso, use a tiragem de estanque. São condicionantes:

  • instalações em locais com condições de exaustão deficiente ou com más condições de admissão de ar
  • possuem um ventilador para forçar a saída dos gases de combustão, sendo que a admissão de ar é feita a partir do exterior do edifício por meio de condutas duplas concêntricas
  • possuem uma câmara de combustão estanque e não utilizam o ar interior da divisão onde se situa o aparelho

Caso necessite de assistência técnica ou qualquer tipo de reparação de caldeiras, contacte-nos!

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Definindo o melhor combustível para a sua caldeira

As caldeiras podem se utilizar de vários tipos de combustíveis e, dessa forma, escolher pelo melhor deve levar em consideração a zona onde habita.

Caso você resida na cidade e tenha acesso ao gás natural, então deverá optar por instalar uma caldeira a gás natural.

Mas, se você morar na zona rural, poderá ter algumas opções diferentes a depender do acesso que possui, sendo:

  1. Caldeira a gás propano: indicada para os locais onde não há acesso ao gás natural e nem espaço para armazenagem de combustível. Esta é uma caldeira pouco prática e ecológica, sendo a solução ideal para pessoas que habitam zonas onde não existe acesso ao gás natural e também necessitam de aquecimento.
  2. Caldeira a gasóleo: ela é eficaz, mas possui gastos maiores e é pouco prática, uma vez que necessita de um depósito com o gasóleo, e este tende a ter um preço variável de acordo com as oscilações do petróleo. Porém, pode funcionar para zonas onde não há gás natural.
  3. Caldeira a lenha ou pellets: é uma tecnologia que está em pleno desenvolvimento, sendo uma opção ecológica e económica, mas que necessita de um espaço relativamente grande para armazenar a lenha. Também é uma boa opção para zonas em que não há gás natural disponível.

Modelos de alto rendimento

Outro ponto a considerar é em relação à tecnologia empregada na sua caldeira. Hoje, no mercado, é possível encontrar por modelos ditos de ‘alto rendimento’ que permitem poupanças significativas no consumo. Neste caso, existem duas possibilidades:

  1. Caldeira de condensação: nesta caldeira o vapor de água presente nos gases de combustão é recuperado e não é evacuado pelas condutas de fumo. Com isso, consegue-se reduzir o consumo entre menos de 20 a 30% e também ter menos emissões de NOX. O rendimento é de cerca de 108%, porém é necessário investir cerca de 3.000 euros neste aparelho.
  2. Caldeira de baixa temperatura: ela funciona com água aquecida entre 40 e 60ºC, ao invés dos 75-90ºC das caldeiras tradicionais. Dessa forma há uma redução de até 15% no consumo e um rendimento de 97%. Entretanto, elas somente podem ser utilizadas com radiadores de baixa temperatura ou com chão radiante. Para ter este tipo de caldeira é necessário investir cerca de 2000 euros. Conforme o tipo de caldeira que terá instalado deverá verificar o tipo de manutenção necessária.

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Se está em busca de informações corretas e úteis sobre caldeiras, este é o local adequado. Neste texto, reunimos todas as informações necessárias para que possa escolher a melhor caldeira para si e também compreender as formas de funcionamento dos principais modelos de caldeiras do mercado.

Caldeira ou esquentador?

Antes de iniciarmos, é importante que você compreenda a diferença entre as caldeiras e os esquentadores. Sendo que, basicamente, um esquentador possui apenas um circuito (permutador de calor) para o aquecimento das águas sanitárias, caracterizando-se como uma serpentina de cobre que é colocada sobre uma chama. Assim, a água fria entra por um lado da serpentina e sai quente do outro.

Já a caldeira adiciona outra serpentina para a água do aquecimento central. Assim, esta volta a entrar fria por um lado e a sair quente por outro.

De forma contrária ao caso das águas sanitárias, a água do aquecimento central circula em um circuito fechado, de modo que que a água que sai da caldeira para os radiadores volta a entrar na caldeira. Toda essa circulação de água é feita por meio de uma bomba eléctrica.

Definindo o melhor sistema de aquecimento para si

Na hora de escolhermos o melhor sistema de aquecimento para instalarmos na nossa residência podemos ficar com dúvidas entre tantas opções disponíveis no mercado. Por isso, o mais indicado, é sempre considerar as suas necessidades e objetivos com o sistema de aquecimento.

Se a sua necessidade é apenas aquecer a sua casa, pois você já possui outro equipamento para produzir águas quentes sanitárias e apenas quer aquecer os ambientes, então opte por uma caldeira só para aquecimento ou de única função.

Agora, se você necessita aquecer o ambiente e produzir água quente sanitária, sendo que além do aquecimento, a sua caldeira será também o principal mecanismo para a produção de águas quentes sanitárias, então deve escolher por uma caldeira mista ou de dupla função.

Neste caso, em específico, existem 3 soluções possíveis:

  1. Caldeira instantânea: na qual, quando abrimos as torneiras de água quente, os queimadores da caldeira são imediatamente ligados até que o fornecimento de água quente pretendida seja finalizado. Não há armazenagem de água quente.
  2. Caldeira com acumulador: é aquela que armazena água quente dentro de um depósito de acumulação, sendo a solução ideal para quem necessita de grandes litragens de água quente sempre disponível.
  3. Caldeira com micro-acumulação: possui uma pequena armazenagem de água quente, com poucos litros. Dessa forma, permite não ligar o encendido dos queimadores para uso esporádico.

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Caldeiras de chão a gás:

São muito utilizadas por quem necessita de potências maiores para o aquecimento central da habitação. Já, em relação as águas quentes sanitárias, por vezes é recomendado a ligação com acumuladores de água quente.

Quando se realiza este tipo de ligação é possível garantir o fornecimento por grandes demandas de água quente, principalmente em grandes habitações, que possuem de duas ou três casas de banho.

Em geral, são muitas as situações em que as necessidades de potência para o serviço de aquecimento e água quente sanitária ultrapassam as prestações de uma caldeira mural a gás, nestes momentos o mais indicado é a caldeira de chão.

Inclusive, ela é uma opção muito válida para zonas em que não existe o abastecimento de gás natural, já que muitos modelos podem funcionar a gasóleo, sendo ideal para zonas rurais, vivendas, casas de campo e outros facilitando assim a sua necessidade de manutenção.

Os tipos de caldeiras de acordo com as funcionalidades

Além dos modelos descritos acima, também existem outros pontos sobre as caldeiras a gás que você deve considerar, como:

caldeiras a gás de circuito simples:

Também conhecidas como caldeiras de fase única, são aquelas que apenas aquecem o ambiente, sem, com isso, funcionar para as águas quentes sanitárias. Não são os modelos mais usados atualmente.

caldeiras a gás com dois circuitos:

Esta caldeira é capaz de, ao mesmo tempo, aquecer a habitação e produzir águas quentes sanitárias. Existem modelos com acumulação ou sem acumulação. Nos modelos sem acumulação, ao acionar a água, poderá ter de esperar até obter água quente (principalmente quando ficar um tempo sem usá-la). Já os modelos com acumulação podem ‘guardar’ a água aquecida por mais tempo, de modo a sempre obter água aquecida assim que acionar as torneiras.

Como pode notar existem muitos itens que deve considerar na hora de escolher a sua caldeira a gás. Além disso, elas podem variar de acordo com a marca e a potência. Caso necessite de um serviço de assistência ou reparação no futuro, contacte-nos.

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Quais os tipos de caldeiras a gás disponíveis?

Como dissemos anteriormente, existem muitos modelos de caldeiras a gás, capazes de atender a uma demanda variada de necessidades. As mais comuns, entretanto, são:

Caldeiras murais a gás:

São o tipo mais tradicional de caldeiras a gás e podem ser convencionais ou de condensação. Elas são práticas e se adaptam a uma utilização doméstica normal, por apresentarem potências e dimensões superiores à de um esquentador.

Estão a seu favor o preço – muitas vezes mais competitivos do que os outros modelos- e a facilidade de uso e de instalação.

Elas podem ser instaladas em praticamente todas as residências, porque podem trabalhar com modelos de tiragem forçada e natural. Ou seja, em sistemas que apresentam a chaminé tradicional e em modelos de estanque, que funcionam com chaminés coaxiais.

As caldeiras murais de estanque têm sido muito procuradas, porque são opções indicadas para edifícios e outras habitações que não possuem chaminés tradicionais, além de não queimarem o ar interior para a combustão, sendo, dessa forma, consideradas mais seguras.

Além disso, as caldeiras murais a gás podem ser:

  1. Caldeiras de condensação: utilizam uma tecnologia mais moderna, o que permite aproveitar a energia que se encontra nos gases de combustão. Ou seja, quando a passagem de calor dos gases de combustão para a água do circuito acontece, ocorre um arrefecimento desses gases até o ponto de condensação do vapor de água contido nos mesmos. Dessa forma, recupera-se a energia gerada e a mesma é utilizada na caldeira para aquecimento adicional. Isto aumenta a eficiência da sua caldeira e diminui o consumo. Entretanto, os valores deste tipo de caldeira costumam ser mais altos e, por isso, saber se este é um modelo adequado para você depende muito da zona em que habita e das suas necessidades de aquecimento.
  2. Caldeira convencional: ao contrário da anterior, neste modelo os gases da combustão são libertados para a atmosfera. Para poupar energia e melhorar a eficiência deste tipo de caldeira existem algumas medidas que podem ser tomadas, como a instalação e a sua manutenção.

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As caldeiras a gás são, de longe, as mais utilizadas na maior parte das residências em Portugal. Isso porque elas são práticas, fáceis de encontrar e possuem uma gama de modelos, capazes de atender as mais variadas necessidades. Porém, apesar disso, na hora de escolher por uma caldeira, muitas pessoas apresentam dúvidas se este é realmente o melhor sistema para si.

Por isso, neste texto, você irá encontrar todas as informações sobre as vantagens e desvantagens das caldeiras a gás, as classificações das caldeiras, suas funcionalidades e dicas para escolher a melhor opção.

Quais as vantagens de uma caldeira a gás?

As caldeiras a gás possuem muitas vantagens e, por isso, se constituem na principal escolha na hora de aquecer as residências e esquentar as águas sanitárias. Veja algumas das vantagens desses equipamentos:

  • são fáceis de usar, possuem alta eficiência e são projetadas para durarem por longos anos;
  • o seu uso permite aquecer instalações de tamanhos variados;
  • as caldeiras a gás possuem uma eficiência bastante elevada e o preço do gás natural é considerado relativamente baixo, quando comparado aos outros combustíveis;
  • não há necessidade de acender a chama, pois o gás alimenta a caldeira de forma constante. Sendo assim, se por algum motivo a chama se apagar, o sensor notifica de pronto o sistema de ignição eléctrica, de modo que as faíscas passem a inflamar o fluxo queimador novamente.

Quais as desvantagens das caldeiras a gás?

Apesar de amplamente utilizadas, as caldeiras a gás podem possuir alguns inconvenientes que precisam ser considerados antes de se optar por este método.

  • em áreas menores de 100 m² o uso das caldeiras a gás não é recomendado, pois pode ser perigoso e pouco económico;
  • é preciso dispor de uma chaminé adequada no ambiente para que ocorra de forma correta a remoção das substâncias residuais. Assim, a instalação deverá ocorrer em uma área bem ventilada e com uma saída separada para o exterior;
  • a instalação de uma caldeira a gás deverá seguir algumas exigências, que consideram aspectos técnicos e também burocráticos, de modo a garantir a segurança da sua família.

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Qual o tipo de conduta de fumo que a habitação dispõe?

A conduta de fumo é um item indispensável para que possa proceder com a instalação da sua caldeira a pellets e, é muito importante, que ela chegue até o telhado.

Praticamente todos os fabricantes desaconselham a saída do fumo diretamente para a parede sem que haja uma conduta de fumo, pois isso pode impedir que a caldeira funcione de maneira adequada, seja ela a pellets ou a lenha. Em alguns países, inclusive, esta instalação é proibida por lei.

Assim, se a sua habitação não dispõe de uma saída de fumo, então construa uma conduta adequada. Caso viva em um edifício, informe-se com o administrador do condomínio sobre como proceder.

Agora, se a sua habitação dispõe de uma conduta de fumo, antes de instalar a sua caldeira a pellets, certifique-se de que a mesma está em condições de ser utilizada.

Outros itens importantes a considerar:

o rendimento da sua caldeira a pellets

O rendimento é um valor expresso em percentagem e que indica a quantidade de calor gerada pela combustão que será, de facto, emitida para o ambiente.

Assim, se dissermos que uma caldeira possui 90% de rendimento, estamos a dizer que a cada 100kg de pellets, 90kg serão usados para o aquecimento.

as certificações da caldeira

Na hora de escolher por determinada caldeira a pellets, busque por marcas que tenham maior número de certificados, de modo a oferecerem uma maior garantia de qualidade, afinal passaram por variados testes de organismos autônomos e independentes do país.

quais as emissões produzidas

Processos de combustão acabam por produzir gases, alguns mais tóxicos e poluentes que outros. No caso das caldeiras a pellets, as emissões produzidas são, sobretudo, de monóxido de carbono. Contudo, caldeiras e sistemas fechados modernos têm níveis de emissões relativamente baixos, pois garantem um processo de combustão mais completo possível. Ainda é importante lembrar que o pellet é considerado um combustível verde, uma vez que o seu impacto no Co2 é igual a zero, ou seja, o que é emitido equivale ao que uma planta consegue absorver.

Com todas essas considerações, deverá ser mais fácil optar pela melhor caldeira a pellet para a sua habitação. Não se esqueça de conferir se o equipamento escolhido é fácil de usar e de fácil manutenção e ainda o seu funcionamento (se faz barulho, como é e qual a força da chama, entre outros pontos).

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